quinta-feira, 25 de maio de 2017

O Culto Mariano

Um momento de perceber a cultura popular e as crenças, numa visão evolutiva, histórica, antropológica e social.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

O Historial da igreja de Paço dos Negros.

Para registo futuro, o pequeno livro que conta a história dos 35 anos, de Fevereiro de 1958, a Dezembro de 92, que levou a construção do edifício da Igreja de Paço dos Negros. Todos os principais passos: as diversas fases, desde a génese, à primeira pedra, até à inauguração. As pessoas, as lutas, as dificuldades, que envolveram a construção de um edifício e de uma comunidade.
Um documento oferecido à comunidade.



segunda-feira, 1 de maio de 2017

Coisas do antigamente. A propósito: Quem é que deixou entrar o Maio?

Não se podia deixar entrar o Maio, senão andávamos doentes todo o ano.

Em Maio, com sono caio.



Os homens iam de porta em porta a anunciar o Maio e, a quem estivesse deitado, já com sol nado,

diziam:            
                                                   

Este está a deixar entrar o Maio!






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Por vezes, entravam casa adentro e iam à cama fazer levantar os "preguiçosos".

Era de obrigação levantar-se antes do nascer do sol, ir partir um ramo de sabugueiro, ver quem é que chegava primeiro à porta da outra pessoa e pendurar-lhe o ramo na porta.

Este costume dava azo a que alguns fossem pendurar o ramo de sabugueiro à porta dos vizinhos, de noite, na véspera.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Moinho do Boneco - Futuro Património Classificado

Numa visita ao moinho do Boneco - Moita dos Ferreiros, Lourinhã - durante mais de três horas, foi um gosto aprender com a sua Moleira, a Fátima Nunes, criadora do projecto de classificação dos moinhos a Património Imaterial da Humanidade. Parabéns Fátima. Aconselho marcarem uma visita.








sábado, 11 de fevereiro de 2017

Dom Sebastião e o Paço da Ribeira de Muge

D. Sebastião


Muitas são as histórias do rei D. Sebastião nas caçadas, nas coutadas de Almeirim e da Ribeira de Muja, conforme documentos coevos, e como o sugerem os relatos de fugas a D. Catarina, sua avó, para o seu paço preferido, durante as suas longas estadias no paço de Almeirim. Desta vez, aos 17 anos, estava o rei D. Sebastião em Almeirim desde 21-12-1571, e como nos diz a carta de 10-02-1572, do cardeal a Dona Catarina que estava em Enxobregas, o reizinho que já andava a congeminar Alcácer-Quibir, passou alguns dias no Paço da Ribeira: «elRey meu sor esta muito bem. não se lhe deve dizer algua cousa que dê algua sospeita. E elRey meu sor esta nos Paços da Ribeira e não a de vir senão amanhã a noite. E também esta para ir ver V. A. logo na entrada da coresma.» (A. Simancas, Estado, legajo 390, f. 88, citado em Joaquim Veríssimo Serrão, Os itinerários de D. Sebastião, 1568-1578).

Mais uma vez, nunca é demais recordar a nossa história, neste aniversário desta estadia, documentada, este blog quer recordar esta data, de algum modo desagravando os atentados que vem sofrendo este Paço e a memória dos que por aqui passaram, por políticos que não respeitam o património, a história e a nossa cultura.

Rainha D. Catarina 

Portal do Paço dos Negros e capela de S. João Baptista ao fundo.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Apenas uma sugestão de quem conhece o terreno.

Estão a ver aquele abrigo de paragem de carreira lá ao fundo? Pois saibam que não mora ali ninguém, muito menos que ande de transporte público. (uma outra vantagem é de que está a cerca de 300 metros da paragem seguinte, e assim haveria uma melhor distribuição no terreno).


E para chegar lá? Estrada estreita, sem passeio, altas velocidades... Uma aventura temerária para chegar lá.

Já agora veja-se o acesso ao abrigo. Não é para coxos.

Porque não colocar um abrigo (este não, um novo), a cerca de 100 metros, na confluência com a rua Vale João Viegas, de onde podem captar passageiros? Veja-se abaixo. Espaço não falta.









E este, na mesma rua general Humberto Delgado.

Antes de colocarem estas grelhas, em 2016, era um mar de água, de 20 cm de profundidade. Impossível chegar lá.
Também este basta mudá-lo cerca de 80 metros mais abaixo, na confluência da rua das Ciprianas, para junto da Extensão de Saúde. Espaço não falta.
E será que a própria rodoviária não lhe interessa captar clientes?

Espera-se que nas obras que aí vêm, há eleições, e as obras nas ruas desta terra, foram em 2005, 2009, 2013, a Câmara tenha isto em conta em 2017, que esta rua bem precisa, e já se vê ali o estaleiro.



















































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