quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Paço dos Negros e a sua cultura diferente e genuína
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Os Negros da ribeira de Muge e o Rei Preto
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Uma pequena lembrança e homenagem
Hoje que é dia de S. Domingos. Um período histórico que merece ser lembrado e conhecido.
Durante mais de 300 anos, os frades de S. Domingos do Convento de Nossa Senhora da Serra de Almeirim, vieram ao Paço dos Negros dizer missa, na capela de S. João Baptista, “todos os domingos e dias santos”, conforme o atesta este doc. entre muitos.
A quem interessa o desconhecimento da História da nossa terra?
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Rei Preto, o mito de Paço dos Negros
Baseado nas len das que fazem parte da mitologia de Paço dos Negros:
De que o Rei Preto era filho de princesa portuguesa que teve um filho negro e o rei para aqui o mandou;
Outra de que era filho de um sultão africano;
Outra ainda de que fechava os gatos num quarto, quarto que ainda existe no paço, e lhes batia, gritando: “Valha-me Nosso Senhor Jesus Cristo”;
Na figura do negro Furunando, em Gil Vicente;
Nos bronzes do Benim;
Nos documentos da época, em que o rei D. João III (1529), pagava soldo a Fernando (Furunando) Frade, homem preto da capela de Paço dos Negros;
Ainda nos registos em que se fizeram baptizados em série no Benim, em que o rei mandava dar aos negros guinéus vindo ao reino, sempre um barrete vermelho, um gibão vermelho (ou dalguma cor);
Na tradição dos povos do golfo da Guiné de usarem um barrete vermelho;
Na tradição local, de que o Rei Preto era traquinas, refilão, autoritário, vaidoso;
Criou a Academia da Ribeira de Muge a figura do Rei Preto, que doravante proporá como o ex-libris de Paço dos Negros da Ribeira de Muge.
Pedimos desculpa pela qualidade artística da obra mas, pior será deturpar, não fazer nada pela genuína cultura de Paço dos Negros.
O Moinho dos Foros
O moinho dos Foros de Benfica é mais um monumento que se prepara para nem deixar rasto. No sopé da Serra de Almeirim, era bem imponente.
domingo, 15 de julho de 2012
O Património
Paço dos Negros. O Lagar de azeite.
É pena não haver sensibilidade para se reconhecer o valor patrimonial, histórico, cultural, mesmo económico, no futuro, que tem, para uma aldeia pobre, um monumento destes. Junto da escola, o que deveria ser um bom exemplo para o ensino e aprendizagem, para os alunos, é, antes, um mau exemplo de como é natural deixar-se morrer o que é velho. Incluindo as pessoas.
Já sei que devido ao caciquismo reinante, vai haver um coro de vozes críticas, “dizem as ditas: “naquilo que é seu, cada um faz o que quiser”. Faça-se.
Ignoram que a história e a cultura não têm dono.
terça-feira, 10 de julho de 2012
O Cancioneiro religioso da ribeira de Muge
Ainda existem pérolas perdidas. É preciso apenas procurá-las e não andar a perder tempo com folclorices serôdias que nunca aconteceram e apenas contribuem para o esquecimento da genuína cultura do povo.
É cantado por esta mulher, nascida na década de 20: Jesuína Vitória.

